O Vaticano divulgou um comunicado em que chama Jerusalém de “cidade sagrada para cristãos, judeus e muçulmanos de todas as partes do mundo”. O texto afirma que o Papa Francisco está a rezar pelos líderes da Palestina e Israel para que eles se comprometam a evitar uma nova “espiral de violência” na região.
Francisco ainda lamentou que o confronto desencadeado com o reconhecimento pelos EUA de Jerusalém como capital israelense tenha produzido vítimas.

Já na semana passada, o Papa apelava pela pela “sabedoria e prudência”, reiterando a sua posição em prol do respeito ao status quo de Jerusalém.

A mensagem divulgada diz que apenas uma solução negociada entre os dois lados do conflito vai poder estabelecer uma paz estável e duradoura, além de garantir a coexistência pacífica de dois estados dentro de fronteiras internacionalmente reconhecidas.

Desde o início do papado, Francisco tem trabalhado na questão do conflito israelo-palestino. Em maio de 2015, assinou o reconhecimento da Palestina pelo Vaticano. Dias depois, recebeu o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas e entregou-lhe um medalhão com a figura do Anjo da Paz. “Pensei em si, que é um anjo da paz”, disse, causando revolta em Israel na época.

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