© ℗ CARLOS PIEDADE SILVA

Olá, eu sou o Rivotti. Cozinhar é para mim a arte de criar memórias. É também a forma como expresso o meu lado criativo para o Mundo. Bem-vindo ao meu canal no LusoTimes

A página de Cultura do Lusotimes terá um condimento especial a partir da próxima segunda-feira, com o lançamento do canal de culinária Chef Rivotti.

A relação de Rivotti com as artes culinárias é curiosa. O Chef foi criado praticamente dentro de uma cozinha, onde desenvolveu vínculos com a comida: a mãe, Dona Júlia, era cozinheira afamada, em Tomar, pequena cidade portuguesa onde Arnaldo Rivotti cresceu. O maior prazer deles era comer, confessa.

Aos 17 anos parte para o Mundo com uma maleta de 17 kg e uma nota de 10 francos. Passa a cortina de ferro e completa cursos superiores e mestrado em Budapeste. No Instituto Preparatório Internacional assimilou e partilhou saberes dos mais variados
países e continentes. Foi aí que conheceu o preparo do couscous, as empanadas chilenas, os rizottos italianos, os guisados do Quénia, a batata frita da Argélia, os legumes e massas de arroz do Laos e Vietname, o repolho do Lesotho, sem falar da paprika de Szeged, os Goulash (gaúchos) de Hortobágy, de entre outras delícias que sempre o maravilharam.

Posteriormente passa pelo Brasil, onde também recolhe receituários de fazer crescer água na boca. Quando regressa a Portugal e com passagem por variadíssimas experiências, assina e desenvolve várias marcas de produtos genuínos e autênticos.

Em Tomar, depois de mais de 500 anos, recupera e desenvolve um azeite kosher de finíssimo palato e suave acidez, certificado pelo Rabino de Lisboa, Eliezer di Martino. Este azeite, elaborado exclusivamente com frutos frescos da oliveira galega, ganha a certificação Kosher para Pessah.

Afamados pelos gastrónomos ficaram também as trufas de
chocolate e castanha, os figos com chocolate, os Capítulos de chocolate puro de São Tomé e Príncipe, entre outras iguarias. Posteriormente, torna-se dono e chef do Notas de Degustação, num bairro histórico de Lisboa. Ainda hoje sente saudades daquele mágico bistro, afirma.

Arnaldo Rivotti acredita que cozinhar é a arte de encantar e de criar emoções. Para ele, não basta ter o domínio perfeito das técnicas de culinária. Acrescenta que cozinhar é uma forma inspirada e iluminante de juntar elementos genuinamente diferentes. Mais do que a técnica, conta o encanto e a emoção.

Siga as criações semanais do Chef Rivotti no Lusotimes, que nos levam a viajar pelos encantos de comer à mesa com aqueles que mais queremos e de quem mais gostamos.

Bem-vindo!

Blog Notas de Degustação

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