O Reino Unido começou a reduzir progressivamente as restrições de confinamento, apesar das advertências de alguns especialistas de saúde para o risco de transmissão ser ainda elevado.

Algumas escolas em Inglaterra reabriram hoje para crianças dos primeiros anos, entre os 5 e os 7 anos, e para os alunos do último ano do ensino primário (10 e 11 anos).

No entanto, continuam as preocupações de sindicatos de professores e autoridades locais com a segurança, o que manteve muitos estabelecimentos encerrados.

Numa sondagem para a Fundação Nacional de Pesquisa Educacional, os diretores das escolas estimaram também que 46% dos pais vão manter os filhos em casa.

O Governo britânico também passou a permitir maior atividade social, permitindo encontros de grupos até seis pessoas ao ar livre e a saída de casa por pessoas mais desfavorecidas no sentido de repor alguma (nova) normalidade no país, ao mesmo tempo que tenta reanimar a economia.

Porém, a Associação de Diretores de Saúde Pública manifestou receio de que este fim de confinamento esteja a ser demasiado rápido e que ainda não existam condições para evitar o aumento da taxa de reprodução do vírus e a sobrecarga dos serviços de saúde.